Leituras bíblicas:
Marcos 11:15–18
João 12:3
“Quando chegou a Jerusalém, Jesus entrou no pátio do templo e começou a expulsar os que ali estavam comprando e vendendo. Derrubou as mesas dos cambistas e os bancos dos que vendiam pombas, e não permitia que ninguém carregasse mercadorias pelo templo. E, ensinando-os, disse: ‘Não está escrito: “A minha casa será chamada casa de oração para todos os povos”? Mas vocês fizeram dela um “covil de ladrões”.’ Os principais sacerdotes e os mestres da lei ouviram isso e começaram a procurar uma maneira de matá-lo, pois o temiam, porque toda a multidão estava admirada com o seu ensino.” (Marcos 11:15–18)
Você já terminou um plano devocional ou um período de jejum e se sentiu muito bem consigo mesmo? Confissão sincera — eu certamente já tive esses momentos.
“Olha como eu passei tempo contigo! Olha do que eu abri mão para ser mais parecido com Jesus. Fiz tanto para amar o Teu povo e edificar a Tua igreja.”
Então vem o lembrete suave, mas firme, do Espírito Santo:
“Mas não é isso que eu estou buscando.”
O problema do templo era muito mais profundo do que o comércio barulhento atrapalhando um lugar de adoração. Ao mesmo tempo em que apontava para o que viria por meio de sua morte e ressurreição, Jesus confrontou a injustiça enraizada no próprio sistema do templo, causada pela ganância humana e pela busca de satisfação pessoal. Ele expôs a raiz dessas coisas — o ego humano. E, nesse caso, revelou uma versão ainda mais perigosa: o ego santificado, que mascara nossas motivações egoístas com um “propósito divino”.
Quando desempenho, chamado, unção, devoção e até mesmo frutos substituem a presença de Deus como o centro das nossas vidas — mesmo que por razões aparentemente espirituais — não conseguimos verdadeiramente agradar ao Senhor.
Ainda assim, há esperança. Próximo ao relato da purificação do templo, Jesus nos aponta para a adoração extravagante de Maria (veja João 12:3). Ela derramou tudo o que tinha naquele pequeno frasco de perfume caro para ungir os pés de Jesus. Ela fez isso não por obrigação ou expectativa, mas por puro amor e adoração.
À medida que nos aproximamos da Páscoa, vamos examinar nossos corações e nossas motivações. A quê (e a quem) estamos realmente dedicados? Ao jejuarmos e orarmos, que possamos nos esvaziar e convidar o Espírito Santo a purificar tudo aquilo que não pertence a Ele, permanecendo em Sua presença com mãos limpas, corações puros e louvor cheio de gratidão.
—
Junte-se a nós para nossas reuniões de Páscoa.
SEXTA-FEIRA SANTA
Campus Zona Sul
9:30 e 11:00
Rua Engenheiro Mesquita Sampaio, 518
Campus Zona Leste
10:00
Avenida Celso Garcia, 3.749
DOMINGO DE RESSURREIÇÃO
Campus Zona Sul
10:00, 12:00 e 19:00
Rua Engenheiro Mesquita Sampaio, 518
Campus Zona Leste
11:00 e 18:00
Avenida Celso Garcia, 3.749