Fechar
Encontre uma Igreja Hillsong perto de você
Ir
It looks like location services are turned off. Enable location services in your settings to use your current location, or type your address in the search bar.
Voltar à pesquisa
Visualização em lista
Mapa
Novo local
Culto online
Horários de culto e informações
Estacionamento grátis
Perto do transporte público
Acessível para cadeirantes
Sala para pais
VISITE O SITE DO CAMPUS

Dia 1 – Entrega (Domingo de Ramos): Expectativas Messiânicas e o Reino de Deus

Mar 28 2026

Leitura bíblica:
Lucas 19:28–44

 

A história da entrada triunfal de Jesus em Jerusalém, celebrada como Domingo de Ramos, é compreendida à luz da conversão de Zaqueu e da Parábola das Dez Minas (Lucas 19:1–27). Após a confissão pública de Zaqueu de sua lealdade a Jesus como Senhor — o que incluiu um rompimento decisivo com um sistema econômico romano injusto que explorava os pobres (v. 8) — Jesus conta uma parábola que aborda realeza, autoridade e fidelidade.

Na parábola, um homem nobre parte para receber autoridade real e, durante sua ausência, confia minas aos seus servos (v. 12). Ao retornar como rei, ele avalia a administração de cada um. Os servos que, como um cobrador de impostos injusto, multiplicaram o que lhes foi confiado, são recompensados com mais (vv. 16–19). Em contraste, o servo que se recusou a participar, como um cobrador de impostos arrependido/discípulo, é condenado (vv. 22–23). A narrativa termina com uma forte declaração de julgamento contra aqueles que rejeitaram o governo do rei: “Tragam-nos aqui e matem-nos na minha frente” (v. 27). A parábola apresenta um retrato sóbrio de realeza marcada por justiça retributiva e autoridade exploradora — características facilmente reconhecidas nas estruturas imperiais.

Nesse contexto, a entrada de Jesus em Jerusalém é impressionante. Enquadrada por alusões às Escrituras, como o Salmo 118 e Zacarias 9:9, Jesus se aproxima da cidade não montado em um cavalo de guerra — símbolo de conquista militar — mas em um jumento. Esse gesto subverte intencionalmente as expectativas messiânicas dominantes, moldadas por anseios nacionalistas e modelos imperiais de poder. Diferente do nobre que se torna rei, o Rei que recebemos não reflete padrões de dominação imperial. Ele segue em direção à cruz em obediência e confiança, inaugurando um reino definido não pela força, mas pelo amor sacrificial e pela derrota do pecado e da morte por meio da cruz. De fato, até mesmo seus discípulos inicialmente não compreenderam esse acontecimento nem a natureza do seu reinado (João 12:16).

O Domingo de Ramos destaca uma tensão que ainda sentimos hoje: a distância entre nossas próprias expectativas messiânicas e os propósitos redentores de Deus. Muitas vezes nos aproximamos de Jesus com uma lista de desejos, planos e resultados que queremos que Ele realize. Cantamos “Hosana” (“Salva-nos!”) — mas, silenciosamente, definimos como essa salvação deve acontecer. Pedimos que Ele resolva nossos problemas, endireite nossos caminhos e, às vezes, submeta aqueles que consideramos nossos inimigos. No entanto, Ele continua a nos convidar para uma salvação mais profunda, marcada pela oração, pelo amor que se entrega e pela comunhão com Ele.

Esta semana começa com uma pergunta:
Em que área Deus está me convidando a entregar o controle?

Comece esta Semana Santa deixando de lado sua própria agenda e rendendo-se humildemente ao nosso Rei, nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo.

Junte-se a nós para nossas reuniões de Páscoa.

SEXTA-FEIRA SANTA

Campus Zona Sul
9:30 e 11:00
Rua Engenheiro Mesquita Sampaio, 518

Campus Zona Leste
10:00
Avenida Celso Garcia, 3.749

 

DOMINGO DE RESSURREIÇÃO
Campus Zona Sul
10:00, 12:00 e 19:00
Rua Engenheiro Mesquita Sampaio, 518

Campus Zona Leste
11:00 e 18:00
Avenida Celso Garcia, 3.749